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JARDIM SAO DIMAS 
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Cód: 1083

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NOTÍCIAS

Secretário do Tesouro dos EUA avalia ida à China em meio a tensões comerciais

Visita pode aliviar tensões comerciais entre as duas maiores economias do mundo. O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, avalia visitar a China em um movimento que pode ajudar a aliviar as crescentes tensões comerciais entre as duas maiores economias do mundo. Os Estados Unidos ameaçaram impor tarifas sobre US$ 50 bilhões de importações chinesas, tentativa de forçar Pequim a impedir que suas empresas roubem a propriedade intelectual de empresas norte-americanas. "Uma viagem está sendo considerada", disse Mnuchin em coletiva de imprensa durante as reuniões do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial em Washington, neste sábado. Secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, diz que ainda não há confirmação da viagem AP Photo/Susan Walsh "Não vou fazer nenhum comentário sobre a data, nem tenho nada confirmado, mas uma viagem está sendo considerada", afirmou ele. Pequim ameaçou retaliar as exportações norte-americanas caso Washington permaneça com as tarifas. Os riscos de uma guerra comercial foram destacados quando o presidente dos EUA, Donald Trump, disse à sua equipe comercial para identificar outros US$ 100 bilhões em importações chinesas que poderiam ser tarifados. Mnuchin disse que se reuniu com o novo presidente do banco central da China, Yi Gang, durante as reuniões do FMI e do Banco Mundial, e discutiu o potencial para a China abrir seus mercados para mais concorrência estrangeira. "As discussões foram muito mais sobre as ações do Banco do Povo da China e certas ações que anunciaram em termos de abertura de alguns de seus mercados, o que encorajamos e valorizamos muito", acrescentou ele.

México e UE chegam a consenso para novo acordo de livre comércio
As duas partes vêm negociando um acordo comercial assinado há 21 anos que cobre principalmente produtos industriais.  A União Européia (UE) e o México chegaram a um consenso preliminar sobre novo acordo de livre comércio, disseram as duas partes em comunicado conjunto neste sábado (21). Guerra comercial de Trump acelera acordo entre União Europeia e Mercosul A UE e o México vêm negociando a atualização de um acordo comercial assinado há 21 anos que cobre principalmente produtos industriais. Eles queriam acrescentar produtos agrícolas, mais serviços, investimentos e compras governamentais, e incluir disposições sobre padrões trabalhistas e proteção ambiental. "Depois de vários meses de negociações intensas, esta tarde chegamos a um acordo de princípio sobre comércio e investimento entre a União Européia e o México", disseram em comunicado os comissários europeus Cecilia Malmstrom e Phil Hogan e o ministro da Economia mexicano, Ildefonso Guajardo. A declaração não deu detalhes do que havia sido acordado.
Governo considera propor adiamento de reajuste de servidores, diz ministro

Ministro do Planejamento, Esteves Colnago, afirmou que essa é uma 'carta na mesa' que pode ajudar na observância do teto do gastos no próximo ano. Limite para custeio e investimentos poderá ser o menor em 12 anos em 2019. Ministro do Planejamento, Esteves Colnago, diz que governo avalia adiar reajuste de servidores de 2019 para 2020. Divulgação/Ministério do Planejamento O governo federal considera a possibilidade de propor adiamento do reajuste de servidores de 2019 para 2020 para ajudar no cumprimento do teto de gastos, informou neste sábado (21) o ministro do Planejamento, Esteves Colnago. Segundo ele, essa é uma "carta na mesa" que está sendo avaliada pela equipe econômica para ajudar a aliviar a execução orçamenatária no primeiro ano do próximo presidente da República, que terá de lidar com fortes restrições sem novas medidas de contenção de despesas obrigatórias. De acordo com dados oficiais, contidos na proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2019, a verba destinada para custeio e investimentos dos ministérios, no ano que vem, poderá ser a menor dos últimos 12 anos. Isso ocorre por conta do teto de gastos - que limita o crescimento das despesas à variação da inflação em 12 meses até junho do ano anterior. "É uma carta na mesa [o adiamento do reajuste dos servidores] que pode ajudar na observância do teto do gasto. Não há definição ainda e a questão foi posta como uma carta na mesa. Está entre as possibilidades para ajudar no respeito ao teto em 2019", declarou o novo ministro, que tomou posse recentemente. Segundo ele, o impacto nas contas públicas, do adiamento do reajuste dos servidores de 2019 para 2020, seria de cerca de R$ 5 bilhões. Esse é o valor que, se a medida for implementada, poderia ser gasto com outras despesas dos ministérios. Durante eventos do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Washington, o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, também adotou o mesmo tom. "2019 tem desafio (fiscal) e esta é uma alternativa", declarou ele. Liminar do STF O governo já havia tentado implementar esse adiamento, por meio de Medida Provisória, neste ano. Entretanto, ela acabou sendo barrada por decisão liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski. Além de impedir o adiamento do reajuste, ele também barrou o aumento da contribuição previdenciária, de 11% para 14%, dos servidores públicos – ativos e aposentados – que ganham acima de R$ 5,3 mil. A decisão liminar (provisória) de Lewandowski tem efeito imediato, mas ainda terá que ser analisada pelo plenário do STF, formado pelos 11 ministros da Corte, que poderá confirmar ou rejeitar a decisão monocrática. Em 2017, os gastos do governo com pessoal (ativos e inativos) atingiram 41,8% da chamada receita corrente líquida (RCL), que é a soma das receitas tributárias de um governo, descontados os valores das transferências constitucionais. Trata-se do percentual mais alto desde a criação da LRF, em 2000. Para se ter uma ideia, em 2012 esse gasto equivalia a 30% da RCL. Dificuldades de cumprir o teto nos próximos anos A proposta do Ministério do Planejamento para as chamadas "despesas discricionárias", ou seja, aquelas sobre as quais o governo tem efetivamente controle, é de R$ 98,386 bilhões, o equivalente a 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB), para o ano que vem. O valor consta no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2019, já encaminhado ao Congresso Nacional. É a primeira vez, desde o início da série histórica do Tesouro Nacional, em 2008, que o governo propõe que essas despesas fiquem abaixo da marca de R$ 100 bilhões. Como os gastos obrigatórios (com Previdência e pessoal, entre outros) estão subindo acima da inflação, está sobrando cada vez menos espaço para as despesas sobre os quais o governo tem controle, classificados de "despesas discricionárias com controle de fluxo". Sem contenção de despesas obrigatórias, o risco é de que falte dinheiro para algumas ações, como ocorreu em 2017, quando a impressão de passaportes e as fiscalizações contra o trabalho escravo, entre outras, chegaram a ser suspensas ou reduzidas. Nessa categoria entram desde os investimentos em universidades até a compra de insumos para o funcionamento da máquina governamental.

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